Modismos no décor que ficaram para trás em 2020

Publicado em 11 de fevereiro de 2020 por ADI

No mundo do Design de Interiores, as tendências surgem, porém muitas são temporárias. O décor não consiste apenas em escolher itens baseados na estética, mas sim no equilíbrio entre o visual e o funcional. E com isso, proporcionar personalidade ao ambiente, conforme os variados estilos.

Essas tendências costumam nascer a partir de acontecimentos, sendo eles regionais ou mundiais. Podemos pensar nelas como o reflexo de uma sociedade, isto é, dos seus costumes, modos de agir e pensar. Quando há alto nível de aceitação, tornam-se permanentes, isso porque solucionam demandas comuns que englobam praticidade, gerando dessa forma, grande número de adeptos.

Mas, algumas dessas tendências não passam de modismos com prazo de duração, seja pelos motivos já descritos acima ou por serem aplicados em demasia. Pensando nisso, o colunista do site Casa e Jardim, Diego Revollo, elencou cinco dessas propostas que irão cair em desuso este ano, começando pelo revestimento cimentício.

Muito requisitado, o estilo industrial deu-se por muitos anos graças ao uso de cimento ou concreto. Contudo, passou a perder seu propósito ao ser aplicado sem critério e criatividade, transformando-se em mera decoração. O mesmo aconteceu com o veludo, um tecido antes visto apenas em espaços considerados de glamour, passou a ser utilizado em todo tipo de móvel e lugar. Por vez, o linho rústico começou a se destacar nos ambientes, retornando como moda.

Conforme Revollo, cores intensas e vibrantes tendem a ser substituídas pelos tons neutros em 2020. Assim como, móveis de plástico deixarão de fazer parte dos novos projetos, o que nos revela o avanço da conscientização do uso desse material no contexto atual. E, por último, os painéis ripados entram nessa lista, pela repetição forte em espaços por todo o mundo, uma vez que sua originalidade está sendo questionada.

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